quinta-feira, 8 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Resumo do filme Trainspotting
Trainspotting,
que na gíria escocesa significa “sem sentido”, foi traduzido no Brasil como
“Sem limites”. O filme acontece em Edimburgo durante os anos 80, conta a
história de Marco Renton e seu grupo de amigos, viciados em heroína, como uma
fuga do cotidiano monótono, que passam da curtição da vida a dependência da
droga e caminham inexoravelmente para o fim desta amizade e, simultaneamente,
marcham para a auto-destruição. Mostra a entrada de jovens ao vicio, no caso de
Tommy, e Renton passa por tentativas de abandono, que é um assunto muito
tratado no filme, com direito a cenas de alucinação. O personagem de Begbie
desempenha também um papel importante: é um psychopathe que mantém as suas
amizades da mesma maneira que todo o resto da sua vida: com medo e violência.
No final Renton instaura um plano, e uma vez que a transação de droga é feita,
enquanto que os seus amigos dormem, Renton toma o dinheiro e o protagonista contradiz com a
afirmação no começo do filme e assim acaba seguindo o padrão do capitalismo então cada um segue seu caminho,
as irresponsabilidades do passado dão lugar à vida real.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
A sociedade hodierna como distopia de Marx e Orwell
Lastimavelmente cômico é como um shopping assemelha-se a um formigueiro,lotado de formigas aflitas,que amiúde comunicam-se raspando suas patinhas cafeinadas numa angústia sem nome,que nem mesmo elas compreendem,e tampouco preocupam-se em o fazer. Se ao menos voltassem essa ávida gula a algo pertinente,dar-se-ia explicada a intensidade e o ritmo mecânico e frenético de seu labor. A questão aí é a carência de perplexidade: pupilas deveriam se contrair em indignação,mentes deveriam surtar em cólera!
O que falta nas sociedades capitalistas é o senso de absurdo ante essa coisificação do Homem,em que a força de trabalho do indivíduo é submetida à mesma arena do produto,quando então a mídia ordena que lutem animalescamente,e pior,quando o produto nocauteia o indivíduo,que a essa altura passa a ser coisa. A partir daí,sucede o poder do produto sobre o Homem,a manipulação da coisa sobre o Ser,a usurpação psicológica do indivíduo. Cabe então uma analogia a obra distópica de George Orwell,1984,que se faz dignamente preconizada por retratar o despotismo com um quê de genialidade,bem como a absurdidade da manipulação de toda uma sociedade por uma tela combinada à uma voz déspota.
A problemática acerca da jaula do consumismo laconiza-se em como desacostumar o Homem a louvar,e inda mais,a necessitar duma voz autoritária urrando imperativos em sua orelha,domesticando-o com focinheiras; em como extirpar a veia da abjeta futilidade do Homem Moderno. A inverossimilhança do assassínio do consumismo numa sociedade mormente capitalista faz-se pela necessidade histórica de veneração e obediência do Ser Humano. Somente uma minoria,de natureza mais nobre e filosofia mais elevada é capaz de surdear-se ao murmurinho do capitalismo.
O que falta nas sociedades capitalistas é o senso de absurdo ante essa coisificação do Homem,em que a força de trabalho do indivíduo é submetida à mesma arena do produto,quando então a mídia ordena que lutem animalescamente,e pior,quando o produto nocauteia o indivíduo,que a essa altura passa a ser coisa. A partir daí,sucede o poder do produto sobre o Homem,a manipulação da coisa sobre o Ser,a usurpação psicológica do indivíduo. Cabe então uma analogia a obra distópica de George Orwell,1984,que se faz dignamente preconizada por retratar o despotismo com um quê de genialidade,bem como a absurdidade da manipulação de toda uma sociedade por uma tela combinada à uma voz déspota.
A problemática acerca da jaula do consumismo laconiza-se em como desacostumar o Homem a louvar,e inda mais,a necessitar duma voz autoritária urrando imperativos em sua orelha,domesticando-o com focinheiras; em como extirpar a veia da abjeta futilidade do Homem Moderno. A inverossimilhança do assassínio do consumismo numa sociedade mormente capitalista faz-se pela necessidade histórica de veneração e obediência do Ser Humano. Somente uma minoria,de natureza mais nobre e filosofia mais elevada é capaz de surdear-se ao murmurinho do capitalismo.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Abajures do Nazismo
Abajures e outros artefatos feitos de pele de prisioneiros
judeus é um dos tabus do holocausto.
Os documentos da época revelam ser uma prática comum nos campos de concentração a remoção da pele de prisioneiros mortos para a confecção de bolsas, chinelos, luvas e cúpulas de abajur, entre outros artefatos. As peles que tinham tatuagens tinham um especial valor nesse mercado.
Uma das pessoas que se tornou famosa por colecionar esses souvenirs é uma alemã que nasceu em Dresden, filha de fazendeiro, chamada Ilse Koch. Ela é vista como uma das mulheres mais más que a humanidade já conheceu pelo caráter perverso e crueldade sádica com que tratava os prisioneiros do campo de concentração e era conhecida pelo apelido de “A cadela de Buchenwald” ou “A bruxa de Buchenwald”.
Os documentos da época revelam ser uma prática comum nos campos de concentração a remoção da pele de prisioneiros mortos para a confecção de bolsas, chinelos, luvas e cúpulas de abajur, entre outros artefatos. As peles que tinham tatuagens tinham um especial valor nesse mercado.
Uma das pessoas que se tornou famosa por colecionar esses souvenirs é uma alemã que nasceu em Dresden, filha de fazendeiro, chamada Ilse Koch. Ela é vista como uma das mulheres mais más que a humanidade já conheceu pelo caráter perverso e crueldade sádica com que tratava os prisioneiros do campo de concentração e era conhecida pelo apelido de “A cadela de Buchenwald” ou “A bruxa de Buchenwald”.
Aos 15 anos, Ilse deixou a escola para trabalhar em uma fábrica e depois em uma livraria. Na época, a economia alemã ainda não tinha se recuperado da derrota da I Guerra Mundial e seu trabalho na livraria a fez começar a se interessar pela ideologia nazista, o que a fez a ter relações – em parte sexuais – com integrantes locais das SA.
Em 1936, começou a trabalhar como guarda e secretária no campo de
concentração de Sachsenhausen perto de Berlim, onde se casou com o comandante Karl Koch,
muito conhecido pelo seus “eficazes” métodos de tortura e que mais tarde tornou
Buchenwald como um campo de concentração modelo pelos nazistas, o tempo médio
de vida dos prisioneiros neste campo não passava de três meses.
Influenciada por ele e por seu poder, Ilse começou a torturar e
humilhar prisioneiros. Em 1940, construiu uma arena de esportes fechada - com o
dinheiro de prisioneiros e seus parentes. No ano seguinte se tornaria
supervisora senior da pequena guarda feminina que servia em Buchenwald.
Ilse
e outros oficiais obrigavam os prisioneiros e ficarem nus nos domingos para
procurarem tatuagens e peles “em boas condições” para a construção de artefatos
para casas e até mesmo artefatos pessoais, que exibiam depois com orgulho.
Em 1943, entretanto, Ilse e Karl foram presos
pela Gestapo, acusados de desvio de dinheiro e de bens judeus coletados no
campo, que por lei era propriedade do Reich. Ela ficou presa até o começo de
1945 quando foi inocentada e solta, mas seu marido foi condenado à morte e
executado em abril do mesmo ano. Mais tarde foi presa pelos norte-americanos. Julgada por crimes
de guerra, em 1947, e condenada à prisão perpétua, foi libertada após cumprir
quatro anos sob a alegação de seus advogados que as evidências conseguidas não
eram conclusivas. Assim que foi libertada pelos norte-americanos, foi novamente
presa desta vez pelos alemães e colocada novamente frente a uma corte de
justiça, devido ao grande número de protestos pela decisão de soltura, sendo
novamente condenada à prisão perpétua.
Ilse Koch cometeu suicídio se enforcando na prisão
feminina de Aichach após escrever uma última carta a seu filho, em 1 de
setembro de 1967 aos 60 anos de idade.
Depois da II Guerra Mundial tudo foi queimado, inclusive os abajures de pele humana. Assim, muitos historiados alegam que isso era apenas um dos mitos judeus, porém muitos dos que viveram na época dizem que não eram apenas boatos.
Depois da II Guerra Mundial tudo foi queimado, inclusive os abajures de pele humana. Assim, muitos historiados alegam que isso era apenas um dos mitos judeus, porém muitos dos que viveram na época dizem que não eram apenas boatos.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Capitalismo Exacerbado
Quando chega uma determinada data comemorativa, seja ela dia das mães, pais, namorados, das crianças, páscoa, natal, sempre nos deparamos com a mesma cena do consumismo. Lojas abarrotadas de pessoas em busca do presente ideal, o aumento dos produtos e do capitalismo que move as pessoas a comprar algo para outras, sendo que as mesmas não sabem o real valor da data que eles julgam estar comemorando pelo simples fato de receber e dar presentes.
Os telejornais, que hoje são os principais responsáveis para divulgar informações não divulgam, por exemplo, que o verdadeiro motivo do Dia Internacional da Mulher (8 de março) se da pelo fato que neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem aquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.
Outro exemplo de manipulação capitalista, consumista é do dia 12 de outubro, vulgo “Dia das crianças”. Crianças infernizam seus respectivos pais para ganharem presentes caros, passar o dia inteiro brincando no parquinho e ganhar atenção de seu responsável, mas uma coisa que a sociedade não desconfia é q seu verdadeiro significado se da porque marcou a descoberta da América por Cristovão Colombo e o mesmo denominou tal continente como: “Continente-Criança” por ter sido descoberto tardiamente. Conduto a comemoração do Dia das Crianças não foi absorvido culturalmente logo de cara, pelo contrário, durante décadas ninguém jamais se importou, porém nos anos 60 a situação começou a mudar. Em jogo, entrou a grana. Isso porque, nesse período do ano, a fábrica de brinquedos Estrela lançou uma promoção para promover a venda da boneca “Bebê Rubusto”. Mesmo com esse nome exótico, a boneca foi sucesso de vendas. No ano seguinte, outras empresas viram na data a oportunidade de aumentarem as vendas de produtos infantis e lucrar em cima disso.
Sem dúvida uma data capitalista reúne a família, dar presentes sempre é bom, ganhar é ótimo! Mas por que seguir essas datas ditadas pelo sistema? Provavelmente estas pessoas são movidas pelos estereótipos e fazem de uma troca de presentes algo útil, tanto para o consumidor como para o fornecedor. Não satisfeitos o mesmo cria figuras como Papai Noel um velhinho sadio que traz presentes numa grande sacola vermelha, claro que, apenas para as crianças que foram boas durante o ano, voando no seu trenó puxado pelas suas renas; e o Coelhinho da Páscoa (que cor ele tem?) que coloca ovos de chocolate, onde se viu coelho botar ovos? Isso são histórias inventadas para acostumar às crianças, desde cedo com a ideia do capitalismo, com a vontade de sempre comprar, gastar e ainda tentar implantar a ideia de que tudo isso faz bem para o individuo.
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